Não desejo fechar no armário, o sol, a vida, o momento...
Um amor despedaçado, um poema rasgado, uma lição de vida...
uma lágrima caida.
A recordação de um amor que tive sem nunca o ter.
Teu corpo nú, sempre vestido...
perdendo-se em mim sem nunca se perder...
Nossos corpos suados de pecar!
Sem nunca pecar!
Nem pretendo fechar tua arma de veludo..
Nem a bala de seda...
Que me vai matando sem matar!
Nem guardar este gosto a fel...
o armário, meu coração!
que sorri sem razão...
e chora de desiluzão.!...!!
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